O menor suspeito de envolvimento em um estupro coletivo ocorrido em Copacabana, Rio de Janeiro, teria questionado à vítima, uma jovem de 17 anos, se sua mãe costumava vê-la sem roupas. A pergunta foi feita em razão das marcas de agressão e do sangramento que a adolescente apresentava após o crime. As informações foram publicadas pela CNN Brasil e corroboradas por fontes da Polícia Civil do estado.
O estupro coletivo, que aconteceu no dia 31 de janeiro, resultou no indiciamento de quatro homens, considerados foragidos pela polícia. Eles foram identificados como:
Um adolescente também está sendo investigado, com sua conduta sendo apurada pela Vara da Infância e Juventude.
De acordo com o relato da jovem, que prestou depoimento acompanhada de sua avó, ela foi convidada pelo menor a visitar o apartamento de um amigo. Inicialmente, o suspeito havia solicitado que ela trouxesse uma amiga, mas, como isso não foi possível, a jovem decidiu ir sozinha. Segundo informações, os dois tinham um histórico de relacionamento entre 2023 e 2024, mas não se viam há algum tempo.
Durante a visita, o menor revelou que estaria acompanhado por outros amigos e insinuou que queriam fazer "algo diferente", o que foi prontamente recusado pela garota. Ao chegarem ao apartamento, a adolescente afirma que foi levada para um quarto, onde, após relações consensuais com o menor, os outros três homens invadiram o local e a agrediram. A jovem relatou que foi tocada sem consentimento e sofreu diversas agressões físicas, incluindo socos e chutes.
Após deixar o local, a vítima denunciou o ocorrido a seu irmão, que a orientou a procurar a polícia.
As perícias realizadas constataram lesões de violência física. De acordo com os laudos, foram identificadas escoriações e um acúmulo de sangue na região genital. Os exames de sangue apresentaram resultados positivos, sendo o material coletado para análise adicional.
Imagens de câmeras de segurança registraram o suposto mentor do crime, que é um dos adolescentes mencionados, realizando gestos de celebração após o ato.
Em resposta ao caso, a Justiça expediu mandados de prisão preventiva contra os indivíduos envolvidos. O Colégio Pedro II informou que iniciou procedimentos para o desligamento dos estudantes identificados, e o Serrano Football Club também anunciou a suspensão do contrato de João Gabriel Xavier Bertho. A Polícia Civil lançou a operação "Não é Não" para capturar os suspeitos, que permanecem foragidos.
A defesa de João Gabriel Bertho demonstrou indignação e negou as acusações de estupro, alegando que o rapaz não possui histórico de violência e que nunca foi aluno do Colégio Pedro II. Em nota, a defesa sustenta que a jovem tinha conhecimento da presença dos outros rapazes na casa e que consentiu a entrada deles no quarto, onde encontraria o ex-namorado. Até o momento, a defesa dos outros suspeitos não foi localizada.
Esse caso ressalta a urgência de um debate amplo sobre prevenção e tratamento de crimes de violência sexual no Brasil, e a polícia continua a investigação para capturar todos os envolvidos.
A Região Norte terá um sábado, dia 26 de setembro, marcado por calor intenso, muitas…
A Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), localizada em Foz do Iguaçu, anuncia a abertura…
A Universidade Federal de Rondônia (UNIR) prorrogou as inscrições para o Exame Nacional de Acesso…
Acusações de Corrupção e Citações Políticas Marcam Discurso de Lula em São Paulo No último…
Quase três anos antes de o governo Lula editar uma Medida Provisória para vetar apostas…
O Brasil se prepara para as eleições gerais, marcadas para 4 de outubro de 2026,…