Recentemente, o Ministério da Saúde do Líbano anunciou uma tragédia que envolveu a morte de duas mulheres e duas crianças, além de 37 feridos em ataques prolongados na região.
No último domingo, as Forças de Defesa de Israel ordenaram a evacuação de cidadãos no sul do Líbano, exigindo que moradores deixassem sete cidades além da “zona tampão”, que anteriormente ocupavam antes do cessar-fogo que, segundo relatos, não conseguiu sanar as hostilidades.
Um porta-voz das forças armadas israelenses, em comunicado no X, afirmou que o Hezbollah estaria quebrando o cessar-fogo, informando que Israel tomará medidas contra o grupo e sugerindo que a população se deslocasse para o norte e oeste, lejos das áreas urbanas.
Em contrapartida, o Hezbollah declarou que suas operações contra as tropas israelenses e cidades do norte de Israel continuarão, acusando Israel de violar repetidamente o cessar-fogo e afirmando que não esperariam por uma diplomacia que consideram “ineficaz”.
O grupo, apoiado pelo Irã, destacou em comunicado que não confia nas autoridades libanesas para proteger o país, reforçando sua postura de resistência.
Desde o início do atual conflito em 2 de março, que se intensificou após os ataques dos EUA e Israel ao Irã, mais de 2.500 pessoas foram mortas em bombardeios israelenses. Entre os falecidos, estão 274 mulheres, 177 crianças e 100 profissionais de saúde, conforme os dados mais recentes do Ministério da Saúde do Líbano.
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