A Colômbia vivenciou um dia de violência neste sábado (8), após Abelardo de La Espriella assumir a Presidência, prometendo priorizar a segurança no país. Um ataque a uma subestação policial no departamento de Cesar, no nordeste, resultou na morte do subintendente Argemiro Rodelo Canchila, conforme informou a Polícia Nacional por meio de sua conta no X.
A Polícia destacou que Rodelo Canchila dedicou 18 anos de serviço à Colômbia, enfatizando sua missão de proteger os cidadãos. De La Espriella se manifestou sobre o ataque em uma publicação, condenando a ação e oferecendo condolências à família do policial. Ele também prometeu que aqueles responsáveis pelo crime serão encontrados e enfrentarão as consequências legais.
“O crime não ficará impune. Cada ataque contra nossos homens fortalece nossa determinação de derrotar o terrorismo”, declarou o presidente. Durante o ataque, que ocorreu por volta da meia-noite, um outro policial ficou ferido e a subestação policial sofreu danos significativos.
Em um incidente separado, explosivos foram utilizados em um pedágio em construção no departamento de Cauca, no sudoeste. O presidente chamou essa ação de um ataque à infraestrutura do país, afetando o progresso e a mobilidade dos cidadãos. “Não haverá refúgio ou impunidade para os responsáveis”, afirmou, garantindo que o Estado tomará medidas rigorosas contra tais ações.
No mesmo dia, o governo anunciou a transferência de 117 presos de alto risco da penitenciária de Itagüí para diversas unidades de segurança máxima. De acordo com o comunicado do partido Defensores de la Patria, essa mudança visa aumentar o controle penitenciário e dificultar a atuação de organizações criminosas a partir das prisões.
Horas após o início das transferências, o presidente revelou que 43 transferências já haviam sido realizadas, visando maior vigilância sobre os presos que ainda cometiam crimes dentro da penitenciária. “Um país que não tem segurança não tem nada”, reiterou De La Espriella em um vídeo publicado, reforçando sua determinação em recuperar a segurança do país.
Na sexta-feira (7), em seu discurso inaugural, o presidente havia destacado que a segurança seria uma de suas prioridades, anunciando que as Forças Armadas e a Polícia seriam mobilizadas contra grupos violentos, como parte de um plano mais amplo para enfrentar a criminalidade na Colômbia.
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