A tragédia em Juiz de Fora, ocorrida no dia 23 de fevereiro, resultou na morte da estudante de enfermagem Jaqueline Teodoro de Fátima Vicente, que vivia com sua família em uma residência destr которую comida pelas chuvas intensas. Entre os fatalmente atingidos estavam sua mãe, Neide Aparecida, seus filhos Piettro César Theodoro e Sophia Teodoro Reis, e seu namorado, David Pedro de Souza. Apenas o corpo de Piettro ainda não foi localizado. Outro amigo da vítima, a maquiadora Gabriele Zaquine, expressou sua dor ao descobrir a notícia. “Soube do desastre pela televisão e, quando não consegui resposta dela, me preocupei. O luto é avassalador,” afirmou Gabriele em relato à imprensa.
Após 15 horas sob os escombros, Jaqueline foi resgatada com vida no dia 24, mas sucumbiu aos ferimentos na manhã do dia seguinte. Gabriele, que conhecia Neide desde a infância e trabalhava com ela no Hospital Monte Sinai, descreveu a relação entre as duas: “Nós nos encontrávamos frequentemente no hospital, sempre conversando sobre a vida e as crianças.” Apesar de não ter sofrido danos em sua própria residência, Gabriele alerta que Juiz de Fora enfrenta um histórico de enchentes que trazem destruição severa.
Os deslizamentos de terra causaram um impacto devastador na estrutura familiar de Jaqueline. As operações de resgate estão em andamento, com as buscas intensificadas na manhã de sexta-feira, 26 de fevereiro. Equipes de bombeiros, voluntários e membros do Exército Brasileiro estão unidos na tentativa de localizar os desaparecidos. Infelizmente, em um comunicado da Polícia Civil, foi confirmado que 63 pessoas perderam a vida devido ao desastre, e duas ainda estão desaparecidas.
Josiane Aparecida Teodoro do Nascimento, prima de Sophia, relatou o pesadelo que a família está enfrentando: “Parece que estamos em um pesadelo. A expectativa agora é encontrar Piettro, para que possamos dar um enterro digno e encerra este ciclo de dor.” O sentimento de luto e a falta de notícias sobre o menino aumentam a angústia da família, que se sente destruída pela tragédia.
As equipes de resgate contam com o auxílio de cães farejadores, que estão em ação para localizar os desaparecidos. O cabo Cristiano Couto, do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, explicou que, apesar das dificuldades impostas pela chuva e lama, os cães Flecha e Anjo estão sendo fundamentais nas buscas. “Esses animais precisam de um ambiente silencioso para trabalhar eficientemente, e continuaremos a procurar com determinação,” afirmou.
**Com informações de Melissa Souza e Mateus Parreiras, conforme reportado pelo EM.
Um pirarucu de 2,46 metros e 137,90 quilos foi capturado na Reserva Extrativista Estadual do…
A África do Sul e Guiné se enfrentam neste sábado, 26 de setembro, às 10h…
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou recentemente um vídeo que ilustra a operação…
Em janeiro de 2023, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou um…
A prova do concurso público da Prefeitura de Santos para o cargo de Oficial de…
A inclusão do entorno da BR-319 na Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) muda a…