
Marcos Harter, médico e ex-participante do Big Brother Brasil, voltou a ser notícia após o Conselho Federal de Medicina (CFM) decidir manter a punição ética aplicada ao profissional. A informação foi divulgada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira, 21 de maio de 2026.
Conforme informações publicadas pelo O Liberal, o Tribunal Superior de Ética Médica do CFM reconsiderou a penalidade previamente imposta, que consistia na suspensão do exercício profissional por 30 dias. A nova decisão resultou em uma censura pública, a qual será publicada oficialmente.
Infrações éticas alegadas
O CFM identificou que Harter infringiu artigos específicos do Código de Ética Médica. Entre os pontos destacados estão:
- Provocar danos ao paciente por imprudência, negligência ou imperícia;
- Desrespeitar a dignidade do paciente;
- Não utilizar métodos reconhecidos de promoção e tratamento ao paciente.
Embora o Diário Oficial não tenha especificado o caso que levou à medida, é importante ressaltar que essa não é a primeira vez que o médico enfrenta sanções éticas. Em 2023, o Conselho Regional de Medicina do Paraná aplicou censura pública a Harter por condutas inadequadas na relação com pacientes.
Histórico de controvérsias
Marcos Harter ganhou notoriedade nacional em 2017, quando foi expulso do Big Brother Brasil após ser acusado de agredir a participante Emilly Araújo. Desde então, o profissional tem estado envolvido em diversas polêmicas relacionadas à sua conduta profissional e pessoal.
Este caso levanta discussões sobre a responsabilidade dos profissionais de saúde e a importância do respeito à ética médica, essencial para a confiança entre médicos e pacientes.











