
A atriz Sydney Sweeney, 28 anos, abordou boatos persistentes sobre seu apoio ao movimento republicano em entrevista à revista Cosmopolitan publicada nesta quinta-feira (29). Os rumores ganharam força nas redes sociais, onde Sweeney foi rotulada como “Barbie MAGA”, em referência ao slogan “Make America Great Again” do ex-presidente Donald Trump.
Em sua declaração, a atriz expressou que sua atuação no setor de entretenimento não inclui a promoção de ideologias políticas. “Nunca estive aqui para falar de política. Sempre estive aqui para fazer arte”, afirmou Sweeney, demonstrando descontentamento com a politização de sua imagem. “Por causa do silêncio, as pessoas tentam me usar como peão. Não posso controlar a imagem que atribuem a mim”, concluiu.
Desafios ao lidar com boatos
Sweeney explicou que não desmente os rumores para evitar que suas palavras sejam interpretadas como manipuladoras. “Ainda não descobri como lidar com isso. Se eu disser: ‘Isso não é verdade’, as pessoas dirão que estou apenas tentando me sair melhor. Não tem como vencer”, comentou. Ela ressaltou a necessidade de permanecer autêntica: “Eu só preciso continuar sendo quem eu sou. Não posso fazer todos me amarem”.
Controvérsias e a reação conservadora
A relação de Sweeney com a direita nos Estados Unidos se intensificou em 2025, especialmente após uma campanha publicitária da American Eagle que gerou críticas por seu conteúdo interpretado como eugenista e objetificante. O ocorrido atraiu a atenção da base conservadora, incluindo Trump, que elogiou a atriz ao ser questionado sobre sua afiliação política. “Ela é filiada ao Partido Republicano? Oh, agora eu amo a propaganda”, comentou o ex-presidente.
Desde então, a narrativa de Sweeney como a musa da “nova direita” se consolidou nas redes, reforçando o apelido “Barbie MAGA”, que a atriz busca dissociar de sua carreira artística.











