
Miguel foi encontrado sem vida por um vizinho que possuía a chave de seu imóvel. O atestado de óbito aponta causa indeterminada, e a Polícia Civil investiga as circunstâncias do falecimento, considerando-o uma morte suspeita.
Ação policial e desaparecimento de bens
A sobrinha de Miguel registrou a ocorrência na 27ª Delegacia de Polícia do Campo Belo. Durante o atendimento, um policial levantou a possibilidade de que alguém da família poderia ter retirado os bens com o auxílio de um caminhão. O apartamento foi acessado e esvaziado antes de qualquer decisão judicial sobre a distribuição dos bens.
Itens desaparecidos
Entre os itens que sumiram do apartamento estão:
- Móveis e eletrodomésticos;
- Um carro Subaru praticamente novo;
- Objetos que pertenciam à própria sobrinha.
Investigação sobre a morte
A Polícia Civil continua a investigar a morte de Miguel, que foi descoberta quando o vizinho se preocupou com a sua ausência prolongada. Ele notou que Miguel estava sentado em uma poltrona e, estranhando a situação, decidiu entrar no apartamento. Após a descoberta, familiares tentaram acessar o imóvel, mas o vizinho recusou a entrega da chave sem uma autorização judicial.
Implicações sucessórias
O corpo de Miguel foi sepultado em Pirassununga, interior de São Paulo. Sem cônjuge, filhos ou irmãos, a falta de um testamento gerou uma disputa entre parentes colaterais, incluindo Suzane von Richthofen na linha sucessória, a menos que uma decisão judicial indique o contrário.
Histórico de disputas judiciais
No passado, Miguel havia ingressado com uma ação judicial para evitar que Suzane herdasse bens de seus pais. Ele obteve o reconhecimento da indignidade nesse processo. Agora, após sua morte e a ausência de um testamento, uma nova disputa patrimonial se delineia enquanto a Polícia Civil prossegue com as investigações sobre o óbito e a Justiça se prepara para os próximos passos da sucessão.











