
Com o aumento das inundações, o risco de infecção se eleva. Em resposta, a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) recomenda que a população tome precauções, especialmente em áreas vulneráveis. A instituição orienta evitar o contato com águas potencialmente contaminadas e buscar atendimento médico se sintomas como febre, dor de cabeça e mal-estar se manifestarem após essas exposições.
A coordenadora estadual da Leptospirose, Joana Neves, ressalta que o período de incubação da doença varia de um a 30 dias, sendo mais comum o aparecimento dos sintomas entre sete e 14 dias após a exposição. Neves afirma: “Trata-se de uma doença com manifestações clínicas variadas, que podem ir desde quadros leves até formas graves, comprometendo diversos órgãos. O reconhecimento precoce dos sintomas é fundamental para a busca de atendimento.”
Vigilância Sanitária
O diretor-geral da Agevisa/RO, Gilvander Gregório de Lima, destaca que a leptospirose está frequentemente associada a condições precárias de infraestrutura sanitária e à alta infestação de roedores, um cenário agravado por inundações. Ele explica: “A Agevisa/RO trabalha integrada com os municípios, monitorando casos, orientando equipes de saúde e reforçando ações preventivas, pautadas em critérios técnicos e científicos para a proteção da saúde coletiva.”
Riscos no Período Chuvoso
As inundações criam um ambiente propício à disseminação da bactéria, aumentando o risco de novos casos e possíveis óbitos. A Agevisa/RO reforça a importância de evitar o contato com águas de alagamento e procurar atendimento médico ao manifestar sintomas após exposições a esses ambientes.
*Com informações do Rondônia Agora.










