
Na quarta-feira (7), exames realizados com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) revelaram uma densificação de partes moles na região frontal e temporal direita. Essa alteração foi identificada após uma queda ocorrida na cela da Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
Conforme o boletim médico, Bolsonaro deverá “seguir cuidados clínicos” orientados pela equipe de saúde responsável por seu atendimento.
Após a alta do Hospital DF Star, o médico Brasil Caiado informou à imprensa sobre a lesão em partes moles verificada na cabeça do ex-presidente.
“Os exames realizados hoje mostraram uma lesão em partes moles na região temporal direita e frontal direita, caracterizando um traumatismo leve. Não foram identificadas lesões intracranianas, o que é uma boa notícia. Trata-se de uma lesão externa, que não gera preocupação”, declarou o médico.
Caiado também mencionou a possibilidade de que a condição atual de Bolsonaro esteja ligada a uma reação à combinação de medicamentos. “Suspeitamos que essa pode ser uma interação de remédios. O presidente utiliza vários medicamentos para tratar crises de soluços e estamos diante de um dilema: devemos suspender os medicamentos e correr o risco de que os episódios se tornem mais graves, ou mantê-los e avaliar o risco, que ainda não está claro”, detalhou.
Leia a íntegra do boletim médico
“O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro compareceu ao Hospital DF Star para realização de exames complementares após traumatismo cranioencefálico sofrido em 06/01/26.
Foi evidenciado nos exames de imagem leve densificação de partes moles na região frontal e temporal direita, decorrente do trauma, sem necessidade de intervenção terapêutica. Deverá seguir cuidados clínicos conforme definição da equipe médica assistente”.











