
Nos anos seguintes, o artista Gracindo Jr. se destacou não apenas como ator, mas também como diretor de novelas e programas de televisão. Ele comandou produções marcantes como "Memórias de Amor" e "Marron-Glacé". Em 1983, assumiu a direção de "Os Trapalhões", enquanto no início da década de 1980, foi responsável por alguns dos primeiros clipes musicais exibidos no programa "Fantástico", segundo informações publicadas pelo UOL.
Em 1980, Gracindo Jr. também escreveu e encenou a peça "Paulo Gracindo, Meu Pai", uma homenagem aos 50 anos de carreira de seu pai. Ele dirigiu as últimas duas peças em que Paulo Gracindo atuou, "Num Lago Dourado" (1991) e "A História é uma História" (1993). A trajetória do artista se consolidou ainda mais ao interpretar Dom Pedro I na novela "A Marquesa de Santos" (1984), exibida pela TV Manchete.
Após um breve hiatus, Gracindo Jr. voltou a trabalhar com Maitê Proença em "Dona Beija" (1986), onde viveu Antônio Sampaio. Ele também participou de outras produções marcantes como "Tudo ou Nada" (1987) e "Uma Onda no Ar" (1994). Seu retorno à Rede Globo foi marcado por diversas atuações e direções em projetos ao longo das décadas seguintes, incluindo a minissérie "Tenda dos Milagres" (1985) e a novela "O Salvador da Pátria" (1989).
Nos anos 2000, o ator continuou a brilhar em novelas e minisséries, notadamente "Esplendor" (2000) e "Celebridade" (2003). Em "Celebridade", ele interpretou o personagem Ubaldo Quintela, que havia passado 15 anos preso. Em 2004, participou do projeto "Como uma Onda". A partir de 2006, Gracindo Jr. expandiu seus horizontes para a TV Record, onde atuou em produções como "Cidadão Brasileiro" e "Poder Paralelo" (2009), além da minissérie "Rei Davi" (2012). Paralelamente, o artista manteve uma carreira intensa no teatro, atuando em mais de 20 peças como ator, produtor ou diretor, o que demonstra seu compromisso e talento na cena cultural brasileira.











